A regra dos 5 segundos continua não funcionando

Segundo a regra dos 5 segundos, não tem problema nenhum comer um pedaço de comida que caiu no chão desde que você seja rápido o suficiente para pegá-lo. E por muito tempo essa afirmação foi tema de discórdias entre cientistas. Novos testes em laboratório revelaram que a tão citada regra realmente não funciona. E ainda assim, eles não conseguirão me impedir de segui-la.

Testes anteriores sugeriam que talvez a regra fosse válida, mas embora eles tenham sido feitos em laboratórios, não foram publicados estudos a respeito. A única pesquisa publicada sobre o assunto afirmava que a transferências de bactérias começava assim que o alimento atingia o chão.

Agora, um estudo publicado na Applied and Environmental Microbiology por pesquisadores da Universidade Rutgers confirma que não existe um tempo tolerado para que sua comida fique no chão. Mais bactérias podem alcançá-la se permanecer lá por mais tempo, mas, assim como o estudo anterior, eles descobriram que a contaminação se inicia imediatamente.

Os especialistas também descobriram que o tipo de comida e o tipo de superfície podem interferir na quantidade de bactérias. Aço inox parece ser a opção mais limpa, mas na verdade o carpete se mostrou o mais seguro — em relação ao aço, cerâmica e madeira — provavelmente porque sua textura miniminiza o contato com o chão.

E quanto mais úmida for a comida, mas rápido as bactérias virão. Dos alimentos testados, uma amostra melancia foi a que tinha mais bactérias, enquanto uma bala de goma tinha a menor quantidade. Ou seja, mesmo que nenhum alimento esteja 100% seguro depois de cair no chão, alguns levam vantagem sobre os outros.

[Applied and Environmental Microbiology]
Imagem por waferboard/Flickr.

Anvisa proíbe venda de extrato e molho de tomate com pelo de roedor

Fonte: G1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e distribuição em todo o país de quatro lotes de extrato de tomate das marcas Amorita, Aro, Elefante e Predilecta e de um lote de molho de tomate tradicional da marca Pomarola após um laudo detectar pelo de roedor acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente.

A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (28). As fabricantes terão que recolher os produtos do mercado.

A resolução nº 1.995 proíbe a distribuição e venda do extrato de tomate da marca Amorita, fabricado pela empresa Stella D’Oro, lote L 076 M2P, válido até 01/04/2017.

A resolução nº 1.996 proíbe a distribuição e venda do extrato de tomate da marca Predilecta lote 213 23IE, válido até 03/2017, e também do extrato de tomate da marca Aro, lote 002 M2P, válido até 05/2017. A Predilecta Alimentos é responsável pela fabricação dos produtos.

A resolução nº 1.997 proíbe a distribuição e venda do molho de tomate tradicional da marca Pomarola, lote 030903, válido até 31/08/2017, e também do extrato de tomate da marca Elefante, lote 032502, válido até 18/08/2017. A Cargill Agrícola é a fabricante dos produtos.

As empresas
A Cargill informou que tomou conhecimento da determinação da Anvisa com relação aos lotes citados e está trabalhando na adoção das medidas necessárias em decorrência de tal determinação. “A empresa reitera o compromisso com o cumprimento de todas as normas de segurança dos alimentos e padrões de higiene. Assegura ainda que os produtos dos referidos lotes não oferecem qualquer risco à saúde de seus consumidores. A Cargill permanece à disposição para os esclarecimentos que se façam necessários”, informou. Segundo a empresa, os consumidores podem recorrer ao SAC pelo número 0800 648 0808 para esclarecer de dúvidas referentes aos produtos e lotes em questão.

A Predilecta Alimentos informou que “o caso se trata de notificação realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina, acerca de lotes encontrado somente nessa região. A empresa mesmo não reconhece o defeito apontado, recolheu todos os produtos dos referidos lotes e tomou as providências que a legislação determina. O processo publicado no Diário da União está em fase de julgamento de recurso apresentado”.

A empresa ressaltou que opera dentro dos padrões nacionais e internacionais de acordo com a legislação vigente e é auditada periodicamente por empresas e órgãos reconhecidos mundialmente. “O controle de qualidade está presente em todas as etapas, desde o cultivo da lavoura até a saída do produto pronto. Toda embalagem possui um código que permite rastrear todas as informações referentes ao produto, desde o cultivo, até o processamento na indústria. O alto grau de automação de todas as linhas de fabricação, associada ao emprego de práticas de fabricação certificadas internacionalmente, eliminam as possibilidades de contaminação dos produtos”, informou a Predilecta Alimentos.

O Makro informou que “o processo de seleção de fornecedores para um produto de marca própria passa por um rígido controle de qualidade tanto na parte de auditorias em instalações fabris quanto em análises laboratoriais periódicas dos produtos, realizadas por empresas terceiras renomadas no mercado e contratadas diretamente pelo Makro”.

Segundo a empresa, o produto extrato de tomate ARO será recolhido de todas as lojas Makro para análise e medidas cabíveis. Dúvidas referente ao produto e lote em questão, podem ser atendidas através do e-mail aro@makro.com.br.

Segundo a decisão, o Laboratório de Saúde Pública de Santa Catarina (LA-CEN-SC) foi o responsável pelas análises e detectou matéria estranha indicativa de risco à saúde humana.

Anvisa proíbe venda de lote de extrato de tomate com pelo de roedor

FONTE: G1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distrição e venda em todo o país de um lote de extrato de tomate da marca Heinz, porque foi encontrado pelo de roedor em amostras do produto. A medida prevê que a empresa também terá de recolher o extrato contaminado do estoque que estiver à venda no no mercado.

De acordo com a Heinz, trata-se de um caso de julho de 2015 e que, na ocasião, todos os produtos foram recolhidos, “não havendo qualquer contraindicação ao consumo dos lotes presentes nos mercados hoje”.

De acordo com resolução publicada no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (18), um laudo emitido pela Fundação Ezequiel Dias, de Minas Gerais, detectou “matéria estranha indicativa de risco à saúde humana” acima do limite máximo de tolerância pela legislação.

O lote de que trata a resolução é o L06, com validade até 01/04/2017. O produto é fabricado pela Heinz Brasil S.A, localizada em Nerópolis (GO).

Ketchup
Em 2013, a Anvisa determinou a interdição de um lote de ketchup da Heinz com base em laudos que também apontaram a presença de pelos de roedores no produto.

Veja a nota da Heinz na íntegra:
“A Kraft Heinz Brasil informa que o caso se trata de notificação realizada em julho de 2015 pela Gerência Colegiada da Superintendência de Vigilância Sanitária de Minas Gerais, acerca de lote encontrado somente nessa região. Na ocasião a empresa recolheu as embalagens disponíveis no comércio do lote 06, validade 4/2017, de extrato de tomate da marca, não havendo qualquer contraindicação ao consumo dos lotes presentes nos mercados hoje. Em 14 junho deste ano, o processo foi dado como encerrado pela ANVISA, com a publicação no Diário Oficial da União.

A companhia declara que adota rigoroso controle de qualidade em todas as etapas da produção, desde a escolha de fornecedores, processo produtivo e distribuição final dos seus produtos. Internamente ainda possui diversos mecanismos que avaliam de forma constante suas boas práticas de fabricação dentro de um Sistema de Gestão da Qualidade próprio. A Kraft Heinz Brasil reafirma seu total respeito, transparência e compromisso com o consumidor, com o foco constante na máxima qualidade de seus produtos, comprovada e reconhecida em todo o mundo.

Procon Estadual autua nove estabelecimentos na Zona Oeste e Centro do Rio

Fonte: PROCON-RJ

Fiscais do Procon Estadual realizam nesta sexta-feira(15/07) a primeira etapa da Operação Mutley, que visa os jogos olímpicos que serão sediados na cidade do Rio. Os fiscais estiveram em restaurantes, bares e lanchonetes da Zona Portuária e da Zona Oeste, que foram denunciados pelos consumidores. De 11 locais vistoriados, nove foram autuados. Foram descartados cerca de 141kg de alimentos impróprios ao consumo.
Dos alimentos descartados, 125kg foram encontrados nas duas filiais vistoriadas do restaurante Jiló na Manteiga. Somente na filial localizada na Rua Professora Francisca Piragibe, 40, na Taquara, os fiscais descartaram mais de 80kg de produtos impróprios ao consumo. Entre os alimentos com problemas, foram encontrados sem especificação da data de validade: camarão cinza,carne seca, lula, kibe e chantilly. Havia peixe dourado com embalagem violada, além de salmão e pepino vencidos. Os fiscais descobriram carnefora da embalagemimersa em água para descongelamento e molho armazenado de forma incorreta, fora da especificação do fabricante. As lixeiras da cozinha não possuíam acionamento por pedal. O certificado de potabilidade da água estava vencido desde maio,por isso a fiscalziação exigiu a limpeza imediata dos reservatórios de água. O certificado do Corpo de Bombeiros não foi apresentado.

Já a filial do Jiló da Manteiga localizada na Estrada Macembu, 1571, também na Taquara, 45 kg de alimentos foram descartados. Entre eles havia camarão, apara de carne bovinaechantilly. A mandioca estava sem especificação e armazenada em água com sujeira. A limpeza do reservatório de água e a dedetização do local foram exigidos, pois não foi apresentado o Certificado de potabilidade da água e o Certificado de dedetização estava vencido. O Certificado do Corpo de Bombeiros indicava apenas a aprovação de construção de um pavimento, mas o estabelecimento possui dois. Os fiscais exigiram que seja apresentado em até dois dias úteis um certificado adequado ao espaço utilizado.

Não foram encontradas irregularidades nos seguintes locais: Espetto Carioca (Maravilha Grill), na Rua Rodrigues Alves, 10, Centro); e Rubro Café, na Rua da Quitanda,191, Centro.

O nome da operação é uma referência ao cachorro Mutley, animal de estimação doDick Vigarista,bandido dos desenhos animados, que é conhecido por sua risada característica e sua obsessão em ganhar medalhas.

Balanço da Operação Mutley

1 – Jiló na Manteiga (Rua Professora Francisca Piragibe, 40 – Taquara):Sem especificação: 17kg e 150g de camarão cinza;1kg de carne seca; 2kg e 800g de Lula; 3kg e 300g de kibe; 2litros e 500ml de chantilly. Embalagem violada: 4kg e 100g de filé de dourado e 8kg e 700g de posta de dourado. Vencido: 8kg de salmão; 1kg e 600g de pepino. Produtos totalmente imersos em água para descongelamento, fora da embalagem: 17kg e 900g de cupim.Molho armazenado fora da especificação do fabricante: 5 Litros de molho. As lixeiras da cozinha encontram-se sem pedal. Certificado de potabilidade da água vencido em maio/2016. Determina-se a limpeza imediata dos reservatórios de água sob pena de interdição. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros.

2 – Bohemios do Juca (Rua do Acre, 32): Produtos mal armazenados em desconformidade com o que orienta o fabricante: 1kg e 100g de alcaparras; produtos sem especificação quanto a fabricação, manuseio e validade; 715 g de queijo prato; 3kg e 700g de pedaços de carnes; encontradas duas lixeiras na cozinha e uma no bar, sem tampa e sem acionamento por pedal. Determinada a limpeza imediata da cozinha sob pena de interdição da mesma. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. desratização vencida em 11/05/16. Prazo de 24 hs para serviço sob pena de interdição do estabelecimento. Ausência do laudo de potabilidade da água. Ausência do livro de reclamação. Ausência do cartaz da gratuidade de água potável e filtrada. Bebidas no bar em contato direto no chão.

3 – Central Kilo (Rua do Acre, 58): Produtos encontrados sem etiqueta de abertura e validade: 610g de queijo coalho; 1kg e 80g de queijo minas; 470 g de palmito; 450 g de molho rose; 490 g de queijo parmesão ralado; 1kg e 190g de presunto. Ausências de certificado do Corpo de Bombeiros e certificado de potabilidade da agua.

4 – Jiló na Manteiga (Estrada Macembu, 1571 – Taquara): Sem especificação: 16kg de camarão8kg e 600g de apara de carne bovina;6 litros de chantilly; 14kg e 400g de mandioca sem especificação armazenada em água com sujeira. Ausência de Certificado de potabilidade da água. Determinada a limpeza imediata, sob pena de interdição. Certificado de dedetização vencido. Determinada a dedetização imediata, sob pena de interdição. Certificado do Corpo de Bombeiros indicando a aprovação de apenas um pavimento, sendo que o estabelecimento possui dois pavimentos.

5 – Mega Matte(Av. Rio Branco, 4 – loja b – Centro): Ausência de preços nos produtos expostos a venda e sem informação sobre data de validade, produção ou fracionamento: Croissant de frango, folhado de peru com queijo, pastel integral.Ausência de cartaz informando que o estabelecimento fornece água filtrada aos consumidores.Foi constatado buraco no teto entre a cozinha e o estoque.Ausência do certificado de Corpo de Bombeiros.Foi constatado que o funcionário do caixa servia os consumidores na entrega de salgados, sem proteção das mãos.

6 – Bar e Restaurante Porto Madeira(Rua do Acre, 70): Produtos sem etiquetas quanto a manuseio e validade:1 kg de frango; 1 kg de sardinha e 1 kg de carne. Duas lixeiras sem tampa na cozinha e sem acionamento por pedal. Ausência de certificado de potabilidade da água, certificado de dedetização e cartaz da gratuidade de água potável e filtrada. Determinada imediata limpeza da caixa d’água. O Livro de Reclamações não estava autenticado.

7 – Rei do Mate (Rua Beneditinos, 10 loja E): Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Cinco fatias de bolo sem informação de fabricação e validade.

8 – Mega Matte(Rua da Quitanda, 184 – Centro):No ato da fiscalização foi constatado não entrega do cupom fiscal.Havia2kg e 500g de croissant integral de chocolate, sem especificação.Ausência de potabilidade da água, prazo de 15 dias para entrega no Procon.

9 – Casa do Pão de Queijo (Rua da Quitanda, 194 lj b): Ausência do Certificado do Corpo de Bombeiros, potabilidade da água e alvará de funcionamento. Prazo de 15 dias para apresentar. Na geladeira produtos sem especificação: 300g de doce de leite e 500g de requeijão cremoso.

Gerente de Prezunic é detido em fiscalização do Procon Estadual e da Decon

Fonte: PROCON

Fiscais do Procon Estadual, em conjunto com a Delegacia do Consumidor (Decon), fiscalizaram nesta terça-feira (06/07) a filial do Prezunic localizada na Estrada dos Bandeirantes, 105, na Taquara. Eles descartaram cerca de 150kg de produtos impróprios para o consumo – estavam vencidos, sem especificação de validade ou armazenados de forma irregular. O gerente do supermercado foi encaminhado à Decon para prestar esclarecimentos.
Na área de preparo, entre os produtos encontrados que estavam além do prazo de validade, havia sete caixas de 400g de carne em tiras vencidas em 22/06, 11 pizzas de 460g vencidas em 03/07 e cinco embalagens de 350g de massa de grano duro vencidas em 05/07. Na área de vendas, havia 1kg e 612g de alcatra vencida em 05/07.

Outros produtos foram descartados por não estavrem armazenados na temperatura indicada pelo fabricante e foram considerados impróprios para o consumo. Entre eles havia 20 embalagens de 500g de carne moída, sete embalagens de frango de 350g – sendo uma embalagem avariada – e 12 embalagens 350g de massa de grano duro.

Entre os produtos sem especificação de seu prazo de vencimento, havia 32kg de amêndoa importada com casca, 29kg de avelã sem casca, 9kg de avelã com casca e 55 kg de costela bovina. A fiscalização também constatou a ausência de preços em alguns produtos, como requeijão e iogurte.

Empresários da Serra são presos por vender queijo podre, adulterado e “com cheiro de esterco”

Fonte: ZH Notícias

Donos das empresas Val Paradiso, de Carlos Barbosa, e Latteria Alimentos, de Antônio Prado, Reinaldo Perera e Moisés Beltrame foram presos nesta quinta-feira por venderem queijos estragados e vencidos. De acordo com o Ministério Público (MP), que desencadeou a terceira fase da Operação Queijo Compen$ado, eles também cometeram outras irregularidades, como trocar rótulos e adicionar amido de milho nas mercadorias para mascarar a colocação de menos leite do que o exigido pelas normas da indústria.

Laudos do Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro), vinculado ao Ministério da Agricultura, indicaram ainda a contaminação dos queijos por bactérias staphylococcus e coliformes fecais. Em gravações divulgadas pelo MP, Moisés Beltrame é flagrado negociando a comercialização de produtos podres com fornecedores, que chegam a debochar da situação.

Conforme o Lanagro, a ingestão desses alimentos pode causar náuseas, vômito, dor de cabeça e diarreia. O promotor de Justiça Especializada de Defesa do Consumidor Alcindo Luz Bastos da Silva Filho relatou, em entrevista coletiva, que funcionários das empresas limpavam as mercadorias para revende-las para todo o Estado e até para São Paulo. Os queijos estragados eram frequentemente desmanchados e misturados a outros produtos, que também recebiam soda cáustica e água oxigenada.

– Nada se perdia. O que estava estragado era maquiado e reaproveitado. Dá um asco escutar essas gravações. Eles não têm a mínima consideração com a saúde humana. Falam de forma aberta, com deboche – diz o promotor.

Uma gráfica de Caxias do Sul que imprimia os rótulos será investigada. Segundo o MP, eram mais de 10 marcas diferentes. O queijo da Val Paradiso tinha venda restrita para Carlos Barbosa, mas foi encontrado em diversas cidades do Estado.

“Não consumam essas marcas”, orienta promotor

Além de Reinaldo Perera e Moisés Beltrame, foram presos Sérgio Marques, dono da Taurino Laticínios (Tenente Portela); Rodrigo Luza e Denir Luza, sócios da Laticínios Luza (Constantina), e Jorge Arbo, de Canoas, que estava limpando queijos fabricados pela Luza. Durante as buscas, outro homem foi detido por porte ilegal de arma. Foram apreendidas 20 toneladas de produtos impróprios para o consumo.

Na véspera da ação, um fiscal de inspeção municipal de Antônio Prado visitou um dos distribuidores investigados e pediu para que os produtos fossem retirados com urgência. Ele pode ser denunciado por participar do esquema criminoso.

O MP informou que a Luza levava as mercadorias duas vezes por semana para Canoas com batedores, que verificavam possível fiscalização. Apenas a Taurino foi interditada por condições de higiene. Os suspeitos devem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, fraude em produtos alimentícios e falsificação de rótulos.

– Não consumam essas marcas. Não tem como confiar nas informações que estão rotuladas – orientou Alcindo.

O Pioneiro entrou em contato com a Val Paradiso e a Latteria Alimentos, mas não obteve retorno dos representantes das empresas.

Viajantes agora podem entrar com produtos de origem animal no Brasil.

FONTE: Melhores Destinos

Boa notícia para os viajantes! A partir de hoje está liberada a entrada de passageiros e tripulantes no Brasil com produtos de origem animal na bagagem. Aquele maravilhoso queijo francês, o delicioso salame italiano ou o inesquecível doce de leite argentino que você experimentou durante a viagem agora podem fazer parte da sua mala! É hora de aproveitar e trazer da viagem lembranças além de fotos e souvenires. Nada como relembrar os sabores, literalmente, de um maravilhoso destino para manter viva a felicidade de uma viagem!

Queijos com embalagem estão autorizados.
Queijos com embalagem estão autorizados.

A decisão foi instituída hoje (10), terça-feria, em instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca. As novas regras têm como objetivo focar em produtos de maior risco e liberar produtos com baixo potencial de risco, como alimentos trazidos por viajantes. Vale dizer que nem tudo são flores e você não poderá trazer quantidades ilimitadas de nenhum produto, visto que outras regras da Receita Federal limitam quantidades continuam em vigor.

Os produtos que constam na lista abaixo serão permitidos apenas se estiverem acondicionados na embalagem original de fabricação e com rotulagem que possibilite a sua identificação. Ou seja, produtos de origem artesanal, como aquele queijo cremoso comprado na fazendinha de Camembert, continuam proibidos no Brasil.

As novas regras preveem a autorização de entrada no país para os seguintes casos:

  • – Produtos cárneos industrializados destinados ao consumo humano (esterilizados comercialmente, cozidos, extratos ou concentrados de carne etc);
  • – Produtos lácteos industrializados (doce de leite, leite em pó, manteiga, creme de – leite, queijo com maturação longa, requeijão etc);
  • – Produtos derivados do ovo (ovo em pó, ovo líquido pasteurizado, clara desidratada etc);
  • – Pescados (salgado inteiro ou eviscerado dessecado, defumado eviscerado, esterilizado comercialmente);
  • – Produtos de confeitaria que contenham ovos, lácteos ou carne na sua composição;
  • – Produtos de origem animal para ornamentação.

E aí? Já está sonhando com os sabores da próxima viagem?

Com informações oficiais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca.  

Ex-presidente da Sony abre restaurante de comida crua no Rio

FONTE: Forbes Brasil

Havia um mês que Alexandre Schiavo não era mais o presidente da Sony Music Brasil, multinacional de entretenimento responsável pelo catálogo de artistas como Roberto Carlos, o maior vendedor de discos da história do país. A gravadora ofereceu o cargo de vice-presidente para a América Latina, mas o sonho de Schiavo era outro. Por ora, correr na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, e escrever 120 páginas de um livro sobre o mercado, a exemplo de André Midani, ex-executivo da antiga CBS (cujo passivo pertence à Sony), Polygram e Warner Music.

“Já tinha comunicado que precisava de um novo desafio, a partir da Copa do Mundo”, diz o executivo, de volta ao ano de 2014. “Surgiu o convite para ser o VP da América Latina. Mas foi só desligar o telefone e me veio à cabeça que não queria mais.”

Schiavo, na verdade, queria era mais, e também menos. Mais do que a indústria fonográfica, a quem se diz eternamente grato, poderia oferecer. E menos compromissos em sua conturbada agenda, para que pudesse intensificar o contato com a família e os amigos.

Ele queria algo novo. Do zero. Que não tivesse nem mesmo um imóvel. “Queria conhecer algo novo do começo ao fim.”

Tão cru quanto sugere nos cardápios o nome da comida ao qual seu restaurante, o Ró, que deve ser inaugurado neste início de maio, se dedica. “Raw food [comida crua]! Algo que nunca havia caído no meu radar.”

Schiavo manteve os sprints ao redor da lagoa, mas começou outra correria. Era preciso encontrar o lugar perfeito, a chef perfeita, o sócio perfeito. “Passava várias vezes em frente a um ponto no Jardim Botânico (zona sul do Rio de Janeiro). Era um casarão dos anos 1920. Casava com o estilo que eu queria: uma casa charmosa, de frente para o Jardim Botânico. Eu me perguntava: ‘O que vou fazer aqui? Um contemporâneo, um japonês?’ Eu queria qualidade de vida. Venho para o trabalho de bicicleta, de moto, não ando mais de carro. O que de fato combinava com aquilo?”

Então convidou o jornalista Alexandre Lalas para conhecer o espaço. O sobrado branco, protegido por tapumes vermelhos da rua Pacheco Leão, a duas quadras da lagoa, o encantou. A vizinhança já havia transformado a região em um polo de comida natural/orgânica da zona sul carioca. O arquiteto André Piva foi convidado para reformá-lo. “E o Lalas falou que aquele local era a cara da Inês”, afirma. ”

Schiavo fala da chef Inês Braconnot. Ela pesquisa e cria, há 15 anos, comidas naturais e cruas. “Uma mulher fascinante, artista plástica, paisagista, e que domina a raw food. Começou a me mostrar a comida pelo Instagram. Me apaixonei pela estética e pela filosofia de um alimento que só se pode aquecer até 42ºC. Nós a mandamos para o curso do Matthew Kenney, nos Estados Unidos, enquanto a casa era preparada.” O norte-americano Kenney é uma celebridade do mundo da comida natural. Aos 51 anos, tem 12 livros publicados sobre o tema.

Ró (Rodrigo Azevedo)

Crepe de cogumelos (Rodrigo Azevedo)

Aos poucos, Schiavo organizou os espaços. Lalas advogou pelos vinhos orgânicos. “Já temos um engarrafado com a marca do Ró”, diz. Inês, além do cardápio, cuida dos sucos e dos queijos naturais (“Ela é a fera”, afirma Schiavo). O ex-executivo da Sony, como era natural, é o one man band — para ficar no universo musical — do empreendimento.

O Ró estreou em abril com críticas positivas de quem cobre o mundo gastrônomico carioca. Flerta com a alta gastronomia mesmo um cardápio vegetariano. Aposta no jantar, justamente o horário do dia em que as opções por comida natural escasseiam.

“Quero quebrar a resistência à comida natural”, afirma Schiavo. “Que venham beber nosso vinho orgânico e comer os queijos. Quero entregar um ambiente que não seja hostil e que a pessoa possa experimentar.”

Os queijos do Ró não levam nada de alimento animal. “São de macadâmia”, diz. São também a maior especialidade do restaurante, que, no período noturno, deve oferecer de três a quatro pratos em duas opções de menu. Os doces, afirma, não ficam nada a dever àqueles que não são considerados raw. “Tem uma panna cotta raw que é espetacular”, sugere.

Schiavo, obviamente, não quer parar por aí. É empresário da banda Scalene, de Brasília, finalista do programa Superstar, da Globo, em 2015 — sinal de que a veia musical ainda está longe de abandoná-lo. Mas não é o mercado fonográfico que o move, e sim o Ró. “O excesso de viagens [da época de executivo] me esgotou muito. Estou amando esta vida”, afirma.

Com a cabeça dos tempos de Sony, ele planeja os próximos passos do recém-inaugurado sobrado do Jardim Botânico. “No futuro, teremos nossa marca própria. O plano é plantar tudo o que vier a ser consumido no Ró. E o queijo é um universo a ser explorado.” Alexandre Schiavo quer mais. Muito mais.

Abobrinhas marinadas com ricota de macadâmia, pesto de pistache e molho de pimentão vermelho (Rodrigo Azevedo)

Abobrinhas marinadas com ricota de macadâmia, pesto de pistache e molho de pimentão vermelho (Rodrigo Azevedo)

Rio na Era Digital. Conheça a nova forma de legalização sanitária da cidade.

A partir deste ano, documentos como CIS-B e Caderneta Sanitária foram substituídos por um novo documento: a Licença Sanitária Digital.

 

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Desde o dia 12 de janeiro, todos os estabelecimentos que comercializam alimentos, produtos e serviços relacionados à área de saúde já podem retirar o licenciamento sanitário pela internet, após o preenchimento de uma autodeclaração, onde se comprometem a cumprir a legislação vigente, evitando riscos a clientes e funcionários.
Através de um programa eletrônico, o responsável pelo estabelecimento vai preencher um roteiro de auto avaliação e assumir a responsabilidade pela prevenção dos riscos que possam ser provocados pelo serviço oferecido.

Após a análise e validação desses roteiros, será emitida uma licença sanitária provisória, em até 10 dias, com validade de dois anos, que é o prazo que os técnicos da Vigilância Sanitária terão para verificar a veracidade das informações. Assim que essa verificação for feita e as informações comprovadas, será emitido um novo licenciamento por mais dois anos.

Se durante a visita os técnicos constatarem que o estabelecimento agiu de má-fé, haverá punições rígidas que vão do fechamento do estabelecimento à acusação por estelionato, dentre outros crimes mais graves.

A solicitação de licença por auto declaração é válida para atividades de médio e alto riscos, como restaurantes e churrascarias, mercados e supermercados, quiosques da orla, indústria de alimentos, cozinhas industriais, assistência médica ambulatorial, laboratórios de análises clínicas e patologia clínica, diagnóstico e terapia, assistência domiciliar, entre outros.

Com o preenchimento de roteiros através do sistema, a quantidade de papéis irá diminuir significativamente e a mão-de-obra usada nas inspeções será melhor aproveitada. Além disso, com a autodeclaração os proprietários dos estabelecimentos vão conhecer em detalhes as normas higiênico sanitárias, o que vai possibilitar a diminuição de infrações, já que a maioria dos incidentes acontece por conta de desinformação.

A autodeclaração faz parte do Sistema de Informação da Vigilância Sanitária – Sisvisa –, que vai otimizar os procedimentos fiscalizatórios, possibilitando a identificação mais ágil dos riscos sanitários, o trâmite de processos administrativos (licenciamento, recursos e revalidações) e a atualização do banco de dados, com informações de todos os estabelecimentos regulados.

A Vigilância Sanitária já trabalha, desde 2009, com emissão online de licenciamento sanitário, só que para estabelecimentos de baixo risco. Os estabelecimentos de médio e alto riscos serão contemplados somente agora, com a implantação desse novo sistema, o que coloca a capital fluminense como o primeiro lugar do país a adotar esse procedimento.

FISCALIZAÇÃO

Além do licenciamento sanitário, o trabalho de fiscalização dos estabelecimentos já licenciados também vai mudar. Todos os estabelecimentos passíveis de fiscalização deverão acessar o Sisvisa e repassar informações para avaliação da Vigilância Sanitária, bem como preencher os roteiros de auto inspeção e assumir a responsabilidade em evitar riscos a usuários e funcionários.

Todo estabelecimento terá que se cadastrar no sistema, senão poderá ser autuado. Com esse cadastro, a Vigilância Sanitária do Rio vai otimizar as inspeções, colocando fim à burocracia, aumentando a transparência nos serviços prestados e anulando a possibilidade de fraudes nas inspeções.

Procon Estadual autua 12 churrascarias do centro do Rio

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O Procon Estadual, ligado à Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor, realizou, nesta segunda-feira (18/04), a Operação Navalha na Carne, que tem o objetivo de fiscalizar churrascarias no Centro do Rio.Os fiscais verificaram as instalações de 14 locais. Foram emitidos 11 autos de infração e um auto de constatação. Apenas dois estabelecimentos não foram autuados. Cerca de 20kg de alimentos e 7 litros de bebidas impróprios ao consumo foram descartados.

O restaurante Monchique Churrascaria, localizado na Rua Visconde de Inhaúma, 62, foi autuado por armazenar, sem especificação de sua validade, cerca de cinco quilos de alimentos, entre molho rose, muçarela, presunto, batata rostie e penne cozido. Os fiscais deram ao estabelecimento 20 dias para o conserto e ajustes na cozinha do piso quebrado, ralos abertos e sem dispositivo de fechamento e duas lixeiras sem tampa. Não foi apresentado à fiscalização o certificado do Corpo de Bombeiros, que deverá ser apresentado na sede da Autarquia em um prazo de15 dias. O certificado de potabilidade da água também não foi mostrado e os fiscais determinaram a limpeza imediata dos filtros do estabelecimento e 24 horas para apresentação do laudo da água usada.

Na Churrascaria Nova Rosário, na Rua do Rosário, 156, havia 10 cilindros de gás conectados no interior do estabelecimento. Apesar de possuir o certificado de Corpo de Bombeiros, este não mencionava autorização para uso de gás. Além disso não havia laudo de exigências dos Bombeiros, que deverá ser apresentado no Procon em 15 dias. Já no restaurante Zanneti – antigo Biasibetti – localizado na mesma rua, no número 142, havia 16 cilindros conectados e oito armazenados em local arejado.O restaurante possuíao certificado e o laudo de exigências de Corpo de Bombeiros, mas em nenhum deles havia autorização para uso de gás.Em auto de constatação, foi dado prazo de 15 dias para apresentação dos documentos. Ambos os restaurantes serão oficiados ao Corpo de Bombeiros para providências cabíveis.

Não foram encontradas irregularidades nos seguintes estabelecimentos: Demi Glace (Rua do Lavradio, 100 – Lapa) e Avenida Rio Brasa (Av. Rio Branco, 277 – Centro).

Balanço da Operação Navalha na Carne

1 – Centro Grill (Beco Bragança, 37): Sem especificação de validade: 2kg e 400g de queijo minas; 230 g de doce romeu e julieta; 300 g de presunto processado; 290 g de azeitona processada; 600 g de preparado de molho a campanha; 1kg e 900g de legumes processados para salada. Encontradas três lixeiras sem acionamento por pedal. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação. Ausência de protetor na pista de alimentos do buffet de self-service.

2 – Churrascaria Maracanã (Rua do Acre, 26): Ausência de pedal na lixeira. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação. Ausência de protetor na pista de alimentos do buffet de self-service. Havia 4 kg de lula sem especificação quanto a manuseio e validade.

3 – Dom Cavalcanti (Rua Riachuelo, 184 – Lapa): Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação.

4 – Churrasqueto Central (Av. Rio Branco, 156 sobre loja 2): Ausência de autenticação do Livro de Reclamações.

5 – Central Grill – Monchique (Rua Visconde de Inhaúma, 62): Sem especificação de validade:1kg de molho rose; 150 g de muçarela; 1 kg de presunto; 2 kg de batata rostie; 1 kg de penne cozido. Piso quebrado na cozinha. Ralos abertos e sem dispositivo de fechamento. Duas lixeiras sem tampa. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação. Ausência de certificado de potabilidade da água. Determinada limpeza imediata dos filtros e 24 horas para apresentação de laudo da água. Prazo de 20 dias para consertos do piso da cozinha e limpeza.

6 – Restaurante Espadeiro (Rua México, 148): Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação. Ausência de certificado de potabilidade da água. Determinada limpeza imediata dos filtros e 24 horas para apresentação de laudo da água. Lixeira sem pedal.

7 – Málaga (Rua Miguel Couto, 121): Sem especificação de validade:70g de muçarela;1kg e 150g de filé de frango; 1kg e500g de repolho.

8 – Churrascaria Nova Rosário (Rua do Rosário, 156): Encontrados 10 cilindros de gás GLP conectados no interior do estabelecimento. Apesar de possuir o certificado de Corpo de Bombeiros, este não menciona uso de gás.Ausência do laudo de exigências dos Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação.Será oficiado ao Corpo de Bombeiros para providências que entender.

9 – Zanneti – antigo Biasibetti (Rua do Rosário, 142): Havia16 cilindros conectados e 8 armazenados em local arejado.Apesar de possuir o certificado e laudo de exigências de Corpo de Bombeiros, ambos não mencionam autorização para uso de gás.Em auto de constatação, foi dado prazo de 15 dias para apresentação dos documentos. Será oficiado ao Corpo de Bombeiros para providências que entender.

10 – Monte Gordo Galeto (Rua Senador Dantas, 44): Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação.

11 – Galeto Belfrango (Rua Miguel Couto, 105): Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação. Sem informações de validade: 1 kg e 500g de carré; 1kg de bacon; 400g de lombinho. Ferrugem no freezer.

12 – Boteco do Professor (Rua Uruguaiana, 200): Encontrados 6 litros e 700ml de chope em barril de 30 litros, vencido em 15/04/16, e 2kg de carne moída sem informação quanto à validade. Ausência do certificado do Corpo de Bombeiros. Prazo de 15 dias para apresentação.